sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
O que eu li nas férias
Sempre que vou viajar de férias, além dos itens tracionais, minha mala vai recheada com uma seleção de livros, cuidadosamente escolhidos para a ocasião. Nessas férias, porém, mal tive tempo de arrumar as malas, em função das mil e uma pendências que eu tinha que deixar resolvidas no trabalho para poder me ausentar. Enfim... entrei na livraria, e em 10 minutos peguei, mais ou menos, "o que vi pela frente".
A melhor das escolhas foi a biografia de Maria Callas - Orgulhosa demais, frágil demais, de Alfonso Signorini. Fiquei impressionada com a vida e a carreira dessa diva da música lírica, considerada a maior soprano de todos os tempos. Uma mulher, como tantas de nós, capaz de renunciar à sua brilhante carreira por amor.
Também gostei muito de Três Vidas, de Gertrude Stein, um ícone da chamada Geração Perdida na Paris do início do século XX. O llivro, dividido em 3 contos, é um relato da vida de 3 mulheres sem qualquer perspectiva de vida, exceto a de servir aos outros - patroas, família, amigos. A narrativa é muito enfática em relação a características específicas de cada uma das mulheres, o que as torna muito reais, quase velhas conhecidas nossas.
Em terceiro lugar na minha prefência, veio O Compromisso, de Herta Müller, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2009. Fala do cotidiano de uma mulher atormentada pela ditadura na Romênia Comunista. Toda a estória de desenvolve tendo como pano de fundo a convocação para que ela se apresente ao Serviço Secreto. No caminho, o tempo torna-se dilatado, e sua vida é contada, desde a infância, em incursões ao seu universo psicológico.
No teu deserto, de Miguel Sousa Tavares, também autor de Equador e Rio das Flores, me deixou com uma sensação de "leitura mal resolvida". Gostei dos outros dois livros, apesar do final meio decepcionante de Equador, e acho que por isso esperava mais. Trata-se das memórias de um jornalista acerca de uma viagem feita ao Saara há 20 anos, em companhia de uma mulher 15 anos mais jovem. As dificuldades e prazeres da travessia cria entre eles uma cumplicidade que evolui para companheirismo e, por fim, amor represado.
A melhor das escolhas foi a biografia de Maria Callas - Orgulhosa demais, frágil demais, de Alfonso Signorini. Fiquei impressionada com a vida e a carreira dessa diva da música lírica, considerada a maior soprano de todos os tempos. Uma mulher, como tantas de nós, capaz de renunciar à sua brilhante carreira por amor.
Também gostei muito de Três Vidas, de Gertrude Stein, um ícone da chamada Geração Perdida na Paris do início do século XX. O llivro, dividido em 3 contos, é um relato da vida de 3 mulheres sem qualquer perspectiva de vida, exceto a de servir aos outros - patroas, família, amigos. A narrativa é muito enfática em relação a características específicas de cada uma das mulheres, o que as torna muito reais, quase velhas conhecidas nossas.
Em terceiro lugar na minha prefência, veio O Compromisso, de Herta Müller, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2009. Fala do cotidiano de uma mulher atormentada pela ditadura na Romênia Comunista. Toda a estória de desenvolve tendo como pano de fundo a convocação para que ela se apresente ao Serviço Secreto. No caminho, o tempo torna-se dilatado, e sua vida é contada, desde a infância, em incursões ao seu universo psicológico.
No teu deserto, de Miguel Sousa Tavares, também autor de Equador e Rio das Flores, me deixou com uma sensação de "leitura mal resolvida". Gostei dos outros dois livros, apesar do final meio decepcionante de Equador, e acho que por isso esperava mais. Trata-se das memórias de um jornalista acerca de uma viagem feita ao Saara há 20 anos, em companhia de uma mulher 15 anos mais jovem. As dificuldades e prazeres da travessia cria entre eles uma cumplicidade que evolui para companheirismo e, por fim, amor represado.
domingo, 3 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Orgulho da minha terra
Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia
Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso
Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha
E eu sentindo alegria
Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade
Melhor o nascer do dia
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Faxina no Baú
Hoje é dia de faxina! No baú e na alma...
Dia de queimar o passado sem nehuma importância
Sentimentos mofados, idéias empoeiradas
Coisas que nem lembrava mais
Pessoas que se perderam sem volta
Frases que não consigo mais ler
Quero esvaziar o coração...
Quero abrir espaço para o novo
Guardar? Só o que amo
Renovar? As esperanças
Desejar? Só o melhor, e sempre!
Que venha 2010! Que seja o melhor!
Dia de queimar o passado sem nehuma importância
Sentimentos mofados, idéias empoeiradas
Coisas que nem lembrava mais
Pessoas que se perderam sem volta
Frases que não consigo mais ler
Quero esvaziar o coração...
Quero abrir espaço para o novo
Guardar? Só o que amo
Renovar? As esperanças
Desejar? Só o melhor, e sempre!
Que venha 2010! Que seja o melhor!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O amor nos tempos do cólera
Pode um amor não-correspondido durar cinquenta e um anos, nove meses e quatro dias?
Partindo da história real de seus pais, Gabriel Garcia Márquez fala do amor de Florentino Ariza por Fermina Daza, em um livro que conta com versão para o cinema. Segundo o próprio autor, foi um livro escrito com suas entranhas...
Separado de sua amada, primeiro pelo pai da moça, e depois pelo casamento dela com Juvenal Urbino, ilustre médico que venceu o cólera; o obstinado Florentino Ariza desenvolve um verdadeiro Tratado do Amor. Meio século de espera, solidão, angústias, prazeres, triunfos e doenças, sem deixar de pensar em sua amada um único instante. Um amor que encontra seus protagonistas septuagenários, após a viuvez de Fermina, vencendo as barreiras da idade e se tocando pela primeira vez.
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